30 junho 2009

O Coyote




COYOTE BIKERS MC
Since 4/04/2004
O Coyote Bikers MC foi fundado no início de abril de 2004 por 12 amigos e motociclistas, sendo parte deles ex-integrantes do extinto Betas MC, além de outros grandes amigos conquistados ao longo dos anos de convivência e viagens. A escolha do nome "Coyote" foi influenciada principalmente pelo desenho do patch, pelas características comportamentais e particulares desse belo animal, além de alguns motivos ocasionais. O nome "Coyote" é uma adaptação inglesa da palavra original asteca "coyotl", que vem da América Central. Conhecido também como "little wolf" (pequeno lobo) pelos nativos americanos, o coyote é um membro da família dos lobos e cães, conhecido cientificamente como "Canis latrans". O coyote é um dos animais mais adaptáveis do mundo. Também conhecido como chacal, ele pode mudar seus hábitos e adaptar sua dieta para sobreviver em uma variedade de habitats. Eles se alimentam de pequenos mamíferos, frutas, insetos, rãs, serpentes e crustáceos. Uma característica marcante do coyote é sua extrema lealdade com seus companheiros. Se um deles cair em uma armadilha, o outro trará pequenos animais para alimentá-lo e até molhará seu próprio pelo em um rio para dar ao outro a chance de beber. Os coyotes viajam sozinhos, em pares ou em grupos, sem se limitar a um território exclusivo, como fazem outros lobos. Com características caninas típicas, os coyotes possuem olhos alaranjados ou cor de mel, orelhas grandes e eretas, um focinho afiado e alongado, além de uma cauda longa. A maioria tem a pelagem cinzenta, mas alguns apresentam coloração marrom ou preto, com partes brancas no queixo, garganta, peito e estômago. Além disso, alguns coyotes podem exibir tonalidades vermelhas ou pretas em um degradê que varia entre essas cores. Fundadores remanescentes: Pedro Luiz Durigam - Presidente (Pedrão) - SP Marco Lotti - Vice presidente (Lotti) - SP Nelson Vaughan (Nelsinho) - SP In memorian Paulo Casini (Paulão) - SP


Como escolher um bom charuto

Estudiosos afirmam que o charuto originou-se na chegada de Cristóvão Colombo à ilha de Cuba, onde os índios do local já fumavam folhas de tabaco.

Através do comprimento, diâmetro, formato, marca, capa clara ou escura e o país de origem, poderemos determinar a preferência de um apreciador de charutos.

Esse conjunto de medidas é conhecido em Cuba como vitola. O comprimento é medido em centímetros ou polegadas; o diâmetro é medido em centímetros ou 64 avos de polegada. É medido com um calibrador de anel, que é colocado em volta do charuto. Hoje, existem no mercado, mais de 80 tamanhos de charutos cubanos, incluindo os feito à mão e os produzidos por máquinas. Quanto ao formato, os charutos podem ser retos ou figurados.

Dentro desses limites pode-se encontrar qualquer tipo de combinação de comprimento e calibre. Os principais tipos de charutos são: Corona, Petit Corona, Churchill, Robusto, Corona Gorda, Double Corona, Panetela, Lonsdale, Pyramid, Belicoso, Torpedo, Perfecto, Culebra e Diadema.

A escolha do charuto é pessoal, o de calibre maior é mais encorpado, com fluxo melhor e tende a ser mais saboroso. Para os iniciantes, o aconselhável é o consumo de charutos com calibres menores por serem mais leves e suaves. Um iniciante deve solicitar informações sobre as marcas, os lugares mais indicados para isso são as tabacarias. E lembre-se, um charuto pode ser bom para você e não ser o melhor para outra pessoa.

Os charutos deverão ser cortados com uma tesoura apropriada, a bala (furador) que faz um buraco circular na cabeça do charuto. A maioria dos degustadores utiliza a guilhotina. Ao acender, ao melhor forma é através de fósforos longos. Alguns consumidores utilizam as folhas de cedro da própria caixa de charutos, assim não alteram a essência do produto.

Charutos não devem ser degustados durante as refeições e sim após a sobremesa, a final da refeição completa.

Bons drinks para acompanhar a degustação são: Armagnac, Cognac, Grappa, cachaça, Rum, Tequila, Vinho do Porto ou um bom Whisky escocês.

As principais marcas cubanas são: Cohiba, Punch, Montecristo e Partagas. Os destaques dominicanos vão para: Montecristo Dominicano, Dunhill, Cohiba Dominicano, Davidoff, Don Diego, The Griffin's, Partagas Dominicano e Arturo Fuente.

Os melhores charutos nacionais são da Bahia, destaque para o Alonso Menendez, Josefina, Quitéria, Ouro de Cuba Lê Cigar e Dona Flor.

Devem ser armazenados em lugares úmidos e escuros. Essa umidade deverá ser relativa entre 70% e 75%, com temperatura entre 16° e 18°C. Umidificadores (caixas de cedro) ajudarão a mantê-los frescos.